Roteiro de Oficinas
26 de Agosto 2019
21 de Agosto 2019
12 Agosto 2019
https://www.youtube.com/watch?v=ur9lIf4RaZ4
09 Agosto 2019
Objetivos:
Estimular o interesse pela descoberta dos alimentos
• a origem dos alimentos;
• Valorizar alimentos naturais e hábitos alimentares regionais.
• Promover a reflexão sobre o cuidado com o meio ambiente e produção de
alimentos.
materiais necessários:
• Alimentos industrializados (Ex.:
requeijão, biscoito, macarrão
instantâneo);
• Alimentos naturais (Ex.: arroz, feijão,
milho, frutas, hortaliças).
Duração estimada: 50 minutos
metodologia:
Fonte: Caderno de Atividades Educação Alimentar e Nutricional:o direito humano, 20015 p.14
04 Agosto 2019
03 Agosto 2019
Objetivos: • Promover o contato das crianças com novos alimentos;
• Incentivar a variedade na alimentação das crianças, dentro das realidades familiares.
materiais necessários:
• Frutas da região e de época em quantidade suficiente para o grupo;
• Utensílios e materiais de cozinha para a higienização e preparo das frutas;
Metodologia: Vendar as crianças para que descubram a fruta que está sendo oferecida, usando os diferentes sentidos: paladar, olfato ou tato. As frutas devem ser previamente higienizadas da seguinte maneira: deixe-as de molho por 15 minutos em água clorada (1 litro de água com 1 colher de sopa de hipoclorito), retire e enxágue em água corrente. Não é necessário adicionar açúcar nas frutas oferecidas. Oriente as crianças a lavarem as mãos antes da atividade.
Sugestão: Realizar uma oficina de degustação com diversos tipos de frutas para que as crianças menores sintam os diferentes sabores, cheiros, texturas e cores dos alimentos. Pedir aos responsáveis que não ofereçam alimentos nas três horas que antecederem a atividade.
Ofereça as frutas para as crianças, uma de cada vez e deixe que elas peguem com as mãos. À medida que as frutas são oferecidas, o condutor da atividade deve conversar com as crianças, falando o nome das frutas, questionando se elas já as tinham experimentado, se gostam. Mesmo que a criança rejeite, isso não significa necessariamente que ela não goste da fruta oferecida. É importante lembrar que novos alimentos devem ser oferecidos de oito a dez vezes
29 de julho 2019
https://drive.google.com/file/d/1wsxPLUEmjucOS5yUiCZqciYOTX8eKaKv/view
26 julho 2019
Oficina de Pais e Responsáveis: O QUE É ADOLESCÊNCIA? COMO É UM ADOLESCENTE?
Os objetivos específicos desta Oficina são:
1. falar sobre as mudanças enfrentadas pelo adolescente e sua família nesta fase da vida;
2. apresentar fatores de risco e de proteção em relação ao abuso de álcool, tabaco e outras drogas.
7. ATIVIDADE PRINCIPAL:
O QUE É ADOLESCÊNCIA? COMO É UM ADOLESCENTE?
Objetivo
Promover discussão a respeito da adolescência enquanto fase do desenvolvimento (com características próprias, desafios e dificuldades para os jovens e seus pais/responsáveis). A proposta é de que essa conversa possa ocorrer de forma dinâmica, alimentada pela experiência dos que estão presentes no seu exercício cotidiano, do papel de pai ou responsável, estimulando a troca em pequenos grupos, e posterior compartilhamento entre todos.
1. Exibição de vídeo
vídeos sugeridos
ww Opção1 – Floating in my mind: http://www.youtube.com/watch?v=47PKQEhIBeo;
ww Opção 2 – A Adolescência em um minuto: http://www.youtube.com/watch?v=NxBKuOFLODQ.
Após a exibição do vídeo, os facilitadores devem estimular uma conversa inicial, na qual os participantes falem livremente sobre as suas impressões sobre o filme. Em um segundo momento, depois dessa conversa mais livre, é possível certo direcionamento de pontos a serem discutidos pelo grupo, a fim de introduzir o tema “adolescência”:
◆◆ a adolescência e o desafio das transformações físicas, biológicas, emocionais, estruturais, sociais,
cognitivas e morais;
◆◆ a adolescência enquanto fase de transição (infância – idade adulta) e as adaptações e compreensões necessárias.
Atividade em pequenos grupos
Uma vez concluída a parte introdutória, na qual se trouxe a temática “adolescência” a partir da
exibição do curta-metragem, os facilitadores convidam os participantes a realizar uma atividade
onde trabalharão em pequenos grupos.
OPÇÃO 1: DISCUSSÃO MOTIVADA POR PERGUNTAS
Atividade
1. Cada grupo terá a tarefa de responder às 04 questões elencadas abaixo.
quais dificuldades vocês enfrentavam quando adolescentes?
quais dificuldades vocês acreditam que seus filhos enfrentam?
que expectativas têm em relação à adolescência?
25 julho 2019
Conhecendo minha escola
NOME DA ATIVIDADE: Mural - Conhecendo minha escola
NÍVEL DE ENSINO: (X) Fundamental (X) Médio
OBJETIVO(S) DA ATIVIDADE: Conhecer a opinião dos educandos sobre os principais problemas enfrentados na escola. Estimular os educandos a propor sugestões para a melhoria dos problemas citados.
MATERIAIS DE APOIO NECESSÁRIOS: Papel pardo/cartolina, figuras/recortes de jornais e revistas, canetas/lápis coloridos, giz de cera, cola.
DURAÇÃO DA ATIVIDADE: Propõe-se que o mural fique à disposição das crianças por, no mínimo, uma semana.
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE: A escola criará dois murais feitos de cartolina/papel pardo a serem fixados no pátio/corredor/salas de aula (a critério da escola), com duas perguntas norteadoras: Em sua opinião, quais os maiores problemas da escola que interferem na sua aprendizagem? e “O que você acha que poderia ser feito para melhorar os problemas da escola?. Diante dos questionamentos, os professores e funcionários da escola, ao longo da semana, motivarão os educandos a opinarem no mural, com o intuito de melhorar as atividades em sala de aula e da escola de forma geral. Ao final da atividade, os questionamentos serão discutidos em sala de aula e serão traçadas ações simples para serem aplicadas durante o ano letivo.
REFERÊNCIAS PARA A ATIVIDADE (fontes de conteúdo, publicações ou sites):
MARCONDES,M.A.; NINA,V.C.L. Oficina de ciências e consciência ambiental como metodologia de educação ambiental para educação não formal. Disponível em: <http://www.prac.ufpb.br/anais/Icbeu_anais/anais/meioambiente/oficinadaciencia.pdf>. Acesso em: 26/08/ 2019.
21 de Agosto 2019
Oficina - A escola e a prevenção ao uso de drogas
NÍVEL DE ENSINO: (X) Fundamental (X) Médio
OBJETIVO(S) DA ATIVIDADE: Despertar a capacidade criativa dos/as adolescentes e jovens para a elaboração de propostas de prevenção ao uso de drogas baseadas no reforço aos fatores de proteção. MATERIAIS DE APOIO NECESSÁRIOS: Folhas de flip chart , Canetas piloto, Texto de apoio para todos(as)
DURAÇÃO DA ATIVIDADE: 2 horas
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE: Questões a serem respondidas
- Os adolescentes e jovens costumam conversar entre si e com adultos sobre drogas?
- Como vocês se sentem quando conversam sobre drogas entre si?
E com os adultos?
E quando não conversam?
- É possível prevenir sem reprimir?
Integração - Peça que façam um círculo com as cadeiras e que todos(as) façam um exercício de memória procurando lembrar-se de todas as campanhas que conhecem sobre drogas. - Solicite que, quem se lembrar de alguma delas, relate a campanha para os(as) demais. - Em conjunto com os(as) participantes analise cada uma delas perguntando se eles(as) acham que esse tipo de campanha funciona para adolescentes e jovens ou não.
Atividade - Divida os/as participantes em quatro subgrupos e explique que cada um deles deverá criar uma campanha para a redução do uso de drogas voltada para adolescentes e jovens. - Essa proposta deverá reforçar os aspectos que favoreçam os fatores de proteção, ou seja, aqueles que protegem as pessoas de situações que poderão agredi-las física, psíquica ou socialmente, garantindo um desenvolvimento saudável. - Cada subgrupo terá 40 minutos para elaborar um cartaz com suas propostas sistematizadas e terá de 5 a 10 para apresentá-lo. - Após as apresentações, abra para o debate e aprofunde a discussão a partir das questões a serem respondidas.
Conclusões[1] - Embora o consumo de drogas psicotrópicas não seja exclusivo de adolescente e jovens, é nessa fase do ciclo da vida que as pessoas realizam um maior número de experiências, já que estão descobrindo conhecimentos, emoções e valores, construindo padrões de vida e estão, por isso, mais vulneráveis. - A escola, espaço no qual os(as) adolescentes e jovens passam grande parte de seu tempo, é um ambiente privilegiado para reflexão democrática e formação de consciência. - Considerando-se que é praticamente inevitável que adolescentes e jovens tenham acesso tanto a drogas lícitas quanto ilícitas, o enfoque na redução de danos, em oposição à guerra às drogas, se sustenta como mais realista, uma vez que não é possível eliminar substâncias psicoativas da sociedade. - Uma postura baseada no diálogo e orientada pelos princípios dos direitos humanos, evitando o autoritarismo, a hipocrisia e a visão unilateral ou preconceituosa sobre o uso de álcool e outras drogas, terá maior possibilidade de ser aceita e de levar adolescentes e jovens a refletir sobre suas decisões e, consequentemente, seus comportamentos. E se as ações de prevenção forem coordenadas por adolescentes e jovens como eles(as) educação de pares por pares, será melhor ainda.
Finalização - Distribua o texto de apoio e peça que um(a) voluntário(a) o leia. - Ao terminar, pergunte se seria viável fazer uma campanha na escola que frequentam e como poderiam fazer isso. - Anote as sugestões no quadro e, caso seja possível, sugira que proponham aos(às) educadores(as) de suas escolas ações e atividades sobre uso de drogas que tenham como base o reforço dos fatores protetores e a qualidade de vida.
REFERÊNCIAS PARA A ATIVIDADE (fontes de conteúdo, publicações ou sites): [1] Extraído e adaptado de: Albertani ,Helena Maria Becker. A escola e o uso de drogas in Tá na Roda. Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 2003.
12 Agosto 2019
Lista de Filmes e Documentários para oficinas
1- Bicho de Sete Cabeças
Relação familiar; um bom filme para se trabalhar na Oficina, pois há trechos que falam, dire-
tamente, da relação dos pais com o filho usuário de droga;
2- Criança, a alma do negócio
Documentário que retrata a questão do consumo (desde a tenra infância) e a obtenção de
satisfação e prazer imediato, entre outros pontos importantes;
3- Coach Carter – treino para a vida Influência de pares e fatores de proteção;
4- Paraísos Artificiais
Filme brasileiro que retrata o universo das raves e aborda a influência de pares e fatores de risco;
5-. Aos treze
Influência de pares e fatores de risco;
6 -Réquiem para um sonho
Fala sobre um jovem casal que não consegue se estruturar em consequência da dependência de
heroína e onde a mãe do rapaz é dependente de remédios para emagrecer;
7 Meu nome não é Johnny
Relação familiar, busca de prazer imediato, influência de pares e fatores de risco;
8 -Querô
Filme brasileiro que aborda a respeito de um menino órfão que vive na zona portuária de Santos
(pois não se adapta ao sistema opressor da FEBEM, bem como não “cai” no esquema do tráfico
nem da polícia corrupta). Possui cenas interessantes, já que traz a questão de que nem todo fator
de risco é garantia de fracasso/derrota/dependência de drogas etc;
9- Hell
Filme francês referente à história de uma menina rica e dependente de drogas, busca imediata
de prazer, influência de pares e fatores de risco;
10- Diário de um adolescente
Relação familiar, fatores de risco e de proteção, e influência (positiva e negativa) de pares.
11- Somos tão jovens
Conta a história de Renato Manfredini Júnior (Renato Russo), um garoto que, depois de se mudar
do Rio de Janeiro para Brasília, em 1973, começou a sofrer de uma doença que o confinou à
cadeira de rodas, após uma cirurgia. Obrigado a ficar em casa, o jovem começou a traçar seus
planos de se tornar o maior roqueiro do Brasil, fundando a banda punk “Aborto Elétrico”. Depois,
rompeu com o grupo, para se tornar o “Trovador Solitário”, e, mais tarde, criou a “Legião Urbana”.
09 Agosto 2019
De onde vêm os alimentos?
Objetivos:
Estimular o interesse pela descoberta dos alimentos
• a origem dos alimentos;
• Valorizar alimentos naturais e hábitos alimentares regionais.
• Promover a reflexão sobre o cuidado com o meio ambiente e produção de
alimentos.
materiais necessários:
• Alimentos industrializados (Ex.:
requeijão, biscoito, macarrão
instantâneo);
• Alimentos naturais (Ex.: arroz, feijão,
milho, frutas, hortaliças).
Duração estimada: 50 minutos
metodologia:
Esta atividade pode ser realizada com públicos de diferentes faixas etárias. A equipe deve definir se fará a atividade com as famílias ou se dividirá grupos de acordo com a idade.
A atividade consiste em trabalhar a origem dos alimentos com os participantes. O condutor pode pegar cada alimento e perguntar aos participantes de onde ele vem. Discutir com os participantes se eles acham que determinado alimento veio diretamente do campo ou se passou pelo processo de industrialização, em maior ou menor grau. A atividade deve ser desenvolvida no sentido de valorizar os alimentos produzidos na região, que façam parte dos hábitos alimentares daquela população, e que, além de serem mais saudáveis, têm um processo produtivo que pode ser mais sustentável ambientalmente, fortalecem a economia local e valorizam a cultura daquela população. O consumo de alimentos produzidos na região diminui o gasto com transporte e evita a utilização de conservantes, evitando prejuízos ao meio ambiente e à saúde das pessoas que consomem.
OBS: A maioria dos alimentos industrializados passa por várias etapas de processamento antes de estar disponível para consumo, possuem inúmeros aditivos alimentares, como corantes e conservantes, contém conteúdos elevados de gordura, açúcar e sódio. Além disso, algumas etapas do seu processo produtivo podem agredir o meio ambiente e não ser socialmente justas.
04 Agosto 2019
Oficinas Curriculares de Atividades Esportivas e Motoras de Ginástica
Tema: Ginástica
Conceito: Agilidade nas habilidades motoras finas
Problematização • Durante as aulas, o que vocês aprenderam sobre agilidade?
• Veremos agora o quanto vocês são ágeis durante a realização de movimentos. Descrição das atividades Para todas as atividades:
• Organização do espaço: quadra de esportes ou pátio.
• Organização dos alunos: alunos organizados em colunas.
Atividade 1: “Amarrar a faixa no pé da cadeira”
Material: uma cadeira e quatro faixas
Desenvolvimento: alunos dispostos em colunas, sendo que o primeiro deverá estar com uma faixa na mão. Ao sinal do professor, este aluno deverá correr até a cadeira, amarrar a faixa na perna dela, voltar para sua coluna, dar um “toque” no segundo aluno da coluna e se posicionar no final da mesma. O segundo aluno deverá correr até a cadeira, desamarrar a faixa, entregá-la para o terceiro aluno da coluna e se colocar no final dela. Vencerá a equipe que voltar à posição inicial mais rapidamente.
Atividade 2: “Carrinho de mão com bastões”
Material: três bastões para cada coluna
Desenvolvimento: alunos dispostos em colunas, sendo que o primeiro aluno deve estar de posse de três bastões: um no chão, um na mão direita e outro na mão esquerda. Ao sinal, deverá empurrar o bastão do chão com os bastões das mãos até um local predeterminado, contorná-lo, voltar, entregar para o segundo aluno da coluna e colocar-se ao final da mesma. Vencerá a coluna que voltar à posição inicial mais rapidamente.
Atividade 3: “Giz no palito”
Material: dois palitos de sorvete e pedaços de giz para cada coluna
Desenvolvimento: alunos dispostos em colunas, sendo que o primeiro deverá estar de posse de dois palitos de sorvete. Ao sinal, esse aluno deverá correr até o local onde estarão pedaços de giz, pegá-los com os palitos e colocá-los dentro de um copo. Terminada a tarefa, o aluno voltará para sua coluna, entregará os palitos para o segundo aluno e se colocará ao final da mesma. Vencerá a coluna que voltar à formação inicial em primeiro lugar.
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Atividade 4: “Palito na garrafa”
Material: palitos de fósforo e uma garrafa para cada coluna (pode ser “PET”)
Desenvolvimento: alunos dispostos em colunas. O primeiro aluno deverá estar de posse de três palitos de fósforo. Ao sinal, deverá colocar um palito na boca da garrafa. Em seguida, os demais repetirão a tarefa até que todos tenham colocado os três palitos. Vencerá a coluna que conseguir deixar mais palitos na boca da garrafa (os palitos que caírem não serão repostos e nem contados). Sistematização da aprendizagem Os jogos propostos poderão ser repetido, na forma de gincana ou de festival, com o intuito de otimizar os movimentos e reforçar o conceito.
03 Agosto 2019
Oficina: Descobrindo os alimentos por meio dos sentidos
Objetivos: • Promover o contato das crianças com novos alimentos;
• Incentivar a variedade na alimentação das crianças, dentro das realidades familiares.
materiais necessários:
• Frutas da região e de época em quantidade suficiente para o grupo;
• Utensílios e materiais de cozinha para a higienização e preparo das frutas;
Metodologia: Vendar as crianças para que descubram a fruta que está sendo oferecida, usando os diferentes sentidos: paladar, olfato ou tato. As frutas devem ser previamente higienizadas da seguinte maneira: deixe-as de molho por 15 minutos em água clorada (1 litro de água com 1 colher de sopa de hipoclorito), retire e enxágue em água corrente. Não é necessário adicionar açúcar nas frutas oferecidas. Oriente as crianças a lavarem as mãos antes da atividade.
Sugestão: Realizar uma oficina de degustação com diversos tipos de frutas para que as crianças menores sintam os diferentes sabores, cheiros, texturas e cores dos alimentos. Pedir aos responsáveis que não ofereçam alimentos nas três horas que antecederem a atividade.
Ofereça as frutas para as crianças, uma de cada vez e deixe que elas peguem com as mãos. À medida que as frutas são oferecidas, o condutor da atividade deve conversar com as crianças, falando o nome das frutas, questionando se elas já as tinham experimentado, se gostam. Mesmo que a criança rejeite, isso não significa necessariamente que ela não goste da fruta oferecida. É importante lembrar que novos alimentos devem ser oferecidos de oito a dez vezes
29 de julho 2019
NOME DA ATIVIDADE: CORRIDA DO “SACO GIGANTE”
Nível de ensino: (x) Fundamental / Anos iniciais/ Finais (x) Médio Objetivo(s) da atividade: Desenvolver os significados da cooperação por meio do despertar para a consciência de interdependência, a partir da visão de que, apesar de sermos diferentes, estamos integrando um mesmo grupo, logo, é importante acolhermos as diferenças do outro;
Estimular o desenvolvimento de competências colaborativas, tais como: planejamento em equipe, comunicação eficaz, liderança compartilhada, diálogo grupal, apoio mútuo, confiança, gerenciamento coletivo, entre outras;
Fortalecer o trabalho em equipe, a partir da consciência de que os esforços/qualidades/competências individuais, quando colocados a serviço do coletivo, podem gerar mais resultados, com muito menos esforço e muito mais felicidade.
Materiais de apoio necessários: sala de apoio / pátio / quadra, sacos de nylon ou estopa. .
O objetivo é o de possibilitar a vivência por todos do grupo. Pode ser saco de entulho, que é vendido em lojas de material de construção, ou pode ser um saco confeccionado para este fim.
Duração da atividade: poderá durar até 1h30min.
Participação: Entre 5 a 35 pessoas por “saco gigante”. Para isso, é importante que o material seja confeccionado de forma que proporcione resistência a este número de pessoas.
Observação: Fundamental que a turma não seja dividida, o que possibilitaria produzir um sentimento de disputa e competividade entre os participantes.
Roda de abertura:
Breve conversa sobre as práticas corporais com os educandos – Quais as práticas que vocês costumam fazer? O que vocês mais gostam de fazer durante os momentos que não estão na escola? Que práticas corporais vocês gostariam de aprender? Vocês gostam de dança? Capoeira ou outra luta? Curtem atividades circenses e teatro? Vocês escutam música? Quais jogos e brincadeiras populares vocês conhecem? Explicar a atividade e, se necessário, faz adaptações. Atividade de esquenta: Pega‐pega corrente O grupo faz “uni‐duni‐tê” para escolher o pegador. Os demais participantes se espalham e correm, e o pegador corre atrás. Quem for pego deve dar a mão para o pegador. Juntos, eles correm atrás dos outros participantes. Assim, quando todos do grupo forem pegos, eles formarão uma corrente de pessoas. Atividade principal:
1º Momento – Corrida do saco (individual) Marque um ponto para ser a linha de chegada e outro de partida. Cada participante deve entrar no saco ou fronha ou ter as pernas bem presas por um elástico. Ao ser dado o sinal, os jogadores aos pulos precisam cruzar a linha de chegada. Vence aquele que cruzar primeiro a linha de chegada. Os tombos são inevitáveis, por isso, uma superfície segura é fundamental.
Dica: quando o número de participantes for grande, divida‐os em grupos iguais e faça uma disputa de revezamento. Cada jogador que chegar ao lado oposto passa o saco para o parceiro que fará o percurso de volta. Com sacos bem grandes os participantes podem pular em duplas dentro do mesmo saco.
2º Momento – Corrida do “saco gigante” (coletivo)
Percorrer um trajeto pré‐determinado com toda a equipe dentro de um mesmo “saco gigante” – caso este material não esteja disponível, sugere‐se usar uma corda comprida o bastante para envolver todos os participantes em um único laço. Todas as pessoas serão convidadas a atravessar um percurso determinado pelo facilitador. Porém só poderão fazê‐lo todas juntas, dentro de um mesmo “saco gigante”, tendo um tempo limite para cumprir o desafio. Para tornar o desafio mais complexo, o facilitador pode incluir elementos que convidarão o grupo a exercitarem um maior grau de cooperação, cuidado, comunicação, como, por exemplo, vendar os olhos de alguns participantes, concluir o percurso num menor tempo, percorrer o trajeto andando de lado ou de costas. Observação: Importante que o espaço escolhido para realização da oficina permita o grupo percorrer uma distância que seja desafiadora, de acordo com a estrutura física da escola e com as condições e capacidades físicas da equipe (faixa etária, habilidades corporais dos participantes, etc.).
Atividade de relaxamento/descontração: onda respiratória Os participantes em círculo, todos de mãos dadas, realizam atividade de respiração coordenada, “juntos” inspirando (puxando o ar) se deslocam para o centro fechando o círculo, em seguida, retornam à posição inicial expirando (soltando o ar), abrindo o círculo novamente. Após repetir essa movimentação de 3 a 4 vezes, com o círculo aberto, soltam as mãos. Cada pessoa expira (soltando o ar) flexionando o corpo para frente aproximando as mãos do solo, e em seguida, inspira (puxando o ar), trazendo o tronco à verticalidade elevando os braços lá no alto, seguram o ar por 4 segundos, retornam ao primeiro movimento. O grupo deve repetir a movimentação completa algumas vezes, no início com movimentos mais rápidos e fortes, e à medida que repetem, os movimentos vão ficando mais lentos e suaves. Por fim, cada um deve
prestar atenção em sua respiração, tentando acalmá‐la. Sugere‐se ao final da atividade que os participantes se abracem. Roda de reflexão:
Para finalizar a oficina, com os participantes agrupados livremente realiza‐se uma conversa sobre a atividade realizada.
Pergunte para os estudantes sobre quais foram as suas impressões em relação à atividade, como se perceberam durante a realização das brincadeiras do jogo e da atividade de respiração. Tiveram alguma dificuldade? Que diferenças puderam perceber entre as duas “corridas” – individual e coletiva? O que aprendemos com o jogo corrida do “saco gigante”? Como podemos melhorar o jogo? Que outros jogos podemos elaborar utilizando essa lógica da cooperação? Existe algum jogo ou brincadeira que vocês costumam fazer, e que podemos adaptar? Como podemos levar essas práticas para outros lugares/espaços que costumamos estar?
https://drive.google.com/file/d/1wsxPLUEmjucOS5yUiCZqciYOTX8eKaKv/view
26 julho 2019
Oficina de Pais e Responsáveis: O QUE É ADOLESCÊNCIA? COMO É UM ADOLESCENTE?
Os objetivos específicos desta Oficina são:
1. falar sobre as mudanças enfrentadas pelo adolescente e sua família nesta fase da vida;
2. apresentar fatores de risco e de proteção em relação ao abuso de álcool, tabaco e outras drogas.
7. ATIVIDADE PRINCIPAL:
O QUE É ADOLESCÊNCIA? COMO É UM ADOLESCENTE?
Objetivo
Promover discussão a respeito da adolescência enquanto fase do desenvolvimento (com características próprias, desafios e dificuldades para os jovens e seus pais/responsáveis). A proposta é de que essa conversa possa ocorrer de forma dinâmica, alimentada pela experiência dos que estão presentes no seu exercício cotidiano, do papel de pai ou responsável, estimulando a troca em pequenos grupos, e posterior compartilhamento entre todos.
1. Exibição de vídeo
vídeos sugeridos
ww Opção1 – Floating in my mind: http://www.youtube.com/watch?v=47PKQEhIBeo;
ww Opção 2 – A Adolescência em um minuto: http://www.youtube.com/watch?v=NxBKuOFLODQ.
Após a exibição do vídeo, os facilitadores devem estimular uma conversa inicial, na qual os participantes falem livremente sobre as suas impressões sobre o filme. Em um segundo momento, depois dessa conversa mais livre, é possível certo direcionamento de pontos a serem discutidos pelo grupo, a fim de introduzir o tema “adolescência”:
◆◆ a adolescência e o desafio das transformações físicas, biológicas, emocionais, estruturais, sociais,
cognitivas e morais;
◆◆ a adolescência enquanto fase de transição (infância – idade adulta) e as adaptações e compreensões necessárias.
Atividade em pequenos grupos
Uma vez concluída a parte introdutória, na qual se trouxe a temática “adolescência” a partir da
exibição do curta-metragem, os facilitadores convidam os participantes a realizar uma atividade
onde trabalharão em pequenos grupos.
OPÇÃO 1: DISCUSSÃO MOTIVADA POR PERGUNTAS
Atividade
1. Cada grupo terá a tarefa de responder às 04 questões elencadas abaixo.
quais dificuldades vocês enfrentavam quando adolescentes?
quais dificuldades vocês acreditam que seus filhos enfrentam?
que expectativas têm em relação à adolescência?
quais os desafios de educar um adolescente?
2. De volta ao grande grupo, um representante de cada pequeno grupo compartilha o que foi
conversado, dando início à discussão.
OPÇÃO 2:OPÇÃO 2: COLAGEM
Atividade
1. Colocar, espalhadas pelo chão, quaisquer figuras de revistas e solicitar que cada um dos participantes observe-as, escolhendo e pegando para si uma que considere ilustrativa sobre a adolescência. As imagens devem ser sobre cenas diversas; não é necessária uma relação direta com universo do assunto;
2. Nos pequenos grupos (divididos inicialmente a partir do energizador), os participantes devem ser orientados a compartilhar o motivo da escolha de suas figuras, como eles associam a figura com o tema;
3. Num segundo momento, o grupo deve eleger (dentre as figuras apresentadas) aquela (s) que considera a (s) mais representativa (s) da adolescência. Caso julguem necessário, podem buscar novas imagens dentre as disponibilizadas;
4. Depois de escolhê-las, cada grupo deverá colá-la (s) em um cartaz e fixá-lo na parede da sala, de modo que fique visível a todos os presentes;
5. Os grupos são divididos novamente: o facilitador pede que os participantes formem fileiras com os seus grupos iniciais (uma fileira ao lado da outra) e solicita que a primeira linha formada dê um passo à frente, constituindo um novo grupo, e assim por diante. Cada novo grupo será uma “Salada de Frutas”, pois irá conter um elemento de cada agrupamento de frutas anterior;
6. Os grupos percorrem os cartazes expostos e cada autor de seu respectivo cartaz apresenta aos demais as ideias que seu grupo teve ao escolher a (s) imagem (ens) representativa (s), expondo sua compreensão sobre essa fase;
7. Ao final, todos voltam ao grande círculo e o facilitador conduz uma discussão sobre a atividade.
8. FATORES DE RISCO E DE PROTEÇÃO
Atividade: Cabo de Guerra.
Objetivo: provocar o grupo, no sentido de identificar os fatores que podem ajudar um adolescente a viver essa fase de forma saudável e os fatores que podem aumentar o risco de dificuldades e problemas nessa idade.
Descrição da atividade: antes de dar início à atividade, deve-se contextualizá-la, explicando, de forma breve, os fatores de risco e de proteção e a influência dos pais na prevenção do abuso deálcool, tabaco e outras drogas por adolescentes (os facilitadores poderão consultar nos Anexos as sugestões de bibliografia complementar a este respeito).
REFLEXÃO SOBRE A REDE DE APOIO EXISTENTE NA COMUNIDADE
Ao final da atividade, propõe-se uma reflexão acerca dos desafios e potencialidades na adolescência nos dias de hoje e como os pais/responsáveis e demais adultos que compõem a sua rede de apoio podem vivenciá-los junto aos jovens. O facilitador deve pedir para que analisem sobre a existência de espaços comunitários e quais os locais que acolhem essas demandas (esporte, cultura/lazer, saúde, educação etc.).
9. ENCERRAMENTO
Objetivo: retomar os objetivos da Oficina, destacando os principais pontos e elaborando uma síntese com o grupo. Atividade: solicitar aos participantes que formem duplas com a pessoa ao lado e respondam, de forma breve, às seguintes perguntas:
◆◆ do que gostei?
◆◆ o que aprendi (de novo)?
◆◆ o que eu gostaria de saber mais a respeito?
◆◆ o que poderia melhorar?
https://drive.google.com/file/d/1wsxPLUEmjucOS5yUiCZqciYOTX8eKaKv/view
2. De volta ao grande grupo, um representante de cada pequeno grupo compartilha o que foi
conversado, dando início à discussão.
OPÇÃO 2:OPÇÃO 2: COLAGEM
Atividade
1. Colocar, espalhadas pelo chão, quaisquer figuras de revistas e solicitar que cada um dos participantes observe-as, escolhendo e pegando para si uma que considere ilustrativa sobre a adolescência. As imagens devem ser sobre cenas diversas; não é necessária uma relação direta com universo do assunto;
2. Nos pequenos grupos (divididos inicialmente a partir do energizador), os participantes devem ser orientados a compartilhar o motivo da escolha de suas figuras, como eles associam a figura com o tema;
3. Num segundo momento, o grupo deve eleger (dentre as figuras apresentadas) aquela (s) que considera a (s) mais representativa (s) da adolescência. Caso julguem necessário, podem buscar novas imagens dentre as disponibilizadas;
4. Depois de escolhê-las, cada grupo deverá colá-la (s) em um cartaz e fixá-lo na parede da sala, de modo que fique visível a todos os presentes;
5. Os grupos são divididos novamente: o facilitador pede que os participantes formem fileiras com os seus grupos iniciais (uma fileira ao lado da outra) e solicita que a primeira linha formada dê um passo à frente, constituindo um novo grupo, e assim por diante. Cada novo grupo será uma “Salada de Frutas”, pois irá conter um elemento de cada agrupamento de frutas anterior;
6. Os grupos percorrem os cartazes expostos e cada autor de seu respectivo cartaz apresenta aos demais as ideias que seu grupo teve ao escolher a (s) imagem (ens) representativa (s), expondo sua compreensão sobre essa fase;
7. Ao final, todos voltam ao grande círculo e o facilitador conduz uma discussão sobre a atividade.
8. FATORES DE RISCO E DE PROTEÇÃO
Atividade: Cabo de Guerra.
Objetivo: provocar o grupo, no sentido de identificar os fatores que podem ajudar um adolescente a viver essa fase de forma saudável e os fatores que podem aumentar o risco de dificuldades e problemas nessa idade.
Descrição da atividade: antes de dar início à atividade, deve-se contextualizá-la, explicando, de forma breve, os fatores de risco e de proteção e a influência dos pais na prevenção do abuso deálcool, tabaco e outras drogas por adolescentes (os facilitadores poderão consultar nos Anexos as sugestões de bibliografia complementar a este respeito).
REFLEXÃO SOBRE A REDE DE APOIO EXISTENTE NA COMUNIDADE
Ao final da atividade, propõe-se uma reflexão acerca dos desafios e potencialidades na adolescência nos dias de hoje e como os pais/responsáveis e demais adultos que compõem a sua rede de apoio podem vivenciá-los junto aos jovens. O facilitador deve pedir para que analisem sobre a existência de espaços comunitários e quais os locais que acolhem essas demandas (esporte, cultura/lazer, saúde, educação etc.).
9. ENCERRAMENTO
Objetivo: retomar os objetivos da Oficina, destacando os principais pontos e elaborando uma síntese com o grupo. Atividade: solicitar aos participantes que formem duplas com a pessoa ao lado e respondam, de forma breve, às seguintes perguntas:
◆◆ do que gostei?
◆◆ o que aprendi (de novo)?
◆◆ o que eu gostaria de saber mais a respeito?
◆◆ o que poderia melhorar?
https://drive.google.com/file/d/1wsxPLUEmjucOS5yUiCZqciYOTX8eKaKv/view
25 julho 2019
SADAKO E OS TSURUS
NÍVEL DE ENSINO: ( ) Creche ( ) Pré‐Escola ( x) Fundamental ‐ Séries Iniciais (X) Médio
OBJETIVO(S) DA ATIVIDADE: Problematizar as responsabilidades, contribuir com a construção de laços de respeito/amizade e provocar a participação social.
MATERIAIS DE APOIO NECESSÁRIOS: folhas de papel cortadas em quadrados (13X13cm), barbante e fita crepe.
DURAÇÃO DA ATIVIDADE: aproximadamente 1hora e 30 minutos.
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE:
- Convide o grupo para escutar uma história chamada Sadako e os Tsurus. Explique que essa história será contada em várias partes e, entre uma e outra, cada participante construirá um pássaro.
- Comece a história explicando que no Japão as pessoas costumam fazer animaizinhos de papel usando uma técnica chamada origami, ou dobradura, e Português. Um desses animais é um pássaro chamado tsuru, que no Brasil tem o nome de grou. Segundo a tradição oriental, quem faz 1000 tsurus terá um desejo atendido. O mundo inteiro ficou sabendo dessa tradição a partir da história de uma menina chamada Sadako Sasaki.
- Distribua pedaços de papel quadrados e construa o tsuru em conjunto com os estudantes para entenderem o passo a passo da construção do pássaro.
- Peça que dobrem o papel ao meio e novamente o dobrem, levando uma ponta sobre a outra, como no desenho abaixo:
- Depois que tiverem dobrado o papel duas vezes, inicie a história: Sadako Sasaki nasceu em Hiroshima e tinha apenas dois anos de idade quando os norte americanos lançaram uma bomba atômica sobre a sua cidade. Como ela, a mãe e o irmão viviam longe do lugar em que a bomba foi jogada, pareciam estar bem. Mas quando a família de Sadako fugiu da cidade, foram encharcados por uma espécie de chuva que continha substâncias que faziam muito mal para a saúde.
- Peça que aos participantes dobrem apenas uma das pontas até a metade do triângulo fazendo um vinco. Em seguida, peça que dobrem a aba sobre si mesma gerando um losango, de modo que a ponta que estava à esquerda aponte para baixo. Explique que é preciso fazer o mesmo do outro lado.
Averigue se todas as dobraduras estão corretas e continue a história:
Terminada a guerra, Sadako e sua família tocaram sua vida normalmente. Quando Sadako completou doze anos de idade, durante uma aula de educação física sentiuse muito mal, com tonturas. Alguns dias se passaram e novamente o mal‐estar fez com que ela caísse no chão, sem sentidos. Socorrida e levada a um hospital, depois de alguns dias surgiram marcas escuras em seu corpo, e o diagnóstico foi de leucemia, uma doença que já estava matando outras crianças japonesas que foram expostas à bomba. Na época a leucemia era até chamada de “doença da bomba atômica”.
- Peça que façam um vinco na dobradura e depois peguem a ponta da aba de cima e desdobrem‐na para cima, puxando as laterais para dentro, de modo a formar um novo losango. Solicite que façam o mesmo do outro lado, como mostra o exemplo abaixo:
- Depois de terem feito a dobradura, e estando correta, continue a história: Um dia, a melhor amiga de Sadako, Chizuko Hamamoto, foi visitá‐la no hospital levando um pássaro de papel para a amiga. Sadako gostou muito do presente e Chizuko lhe falou sobre uma lenda que dizia que quem fizesse 1000 tsurus teria um desejo concedido.
- Solicite que novamente dobrem cada uma das laterais do papel, fechando a dobradura e unindo as duas partes. Depois, peça que façam o mesmo do outro lado, de modo que as faces visíveis agora sejam aquelas que estavam dobradas anteriormente:
Quando tiverem completado as dobraduras, reinicie a história contando: Sadako decidiu fazer os mil tsurus, desejando a sua recuperação. Mas a doença avançava rapidamente e a menina ficava cada vez com mais dificuldade de fazer os pássaros. Pensando sobre sua doença, Sadako compreendeu que muitos japoneses ficaram doentes por causa da guerra, e em vez de construir os pássaros esperando ser curada, continuou a dobrar os tsurus desejando que nunca mais nenhuma criança sofresse pelas guerras.
- Continue a construção do tsuru explicando que é preciso fechar a dobradura unindo as duas partes. Peça que façam o mesmo do outro lado. Dobre as pontas de baixo para cima, e em uma delas inverta a ponta para dentro, de modo a criar a cabeça do tsuru.
Quando tiverem completado as dobraduras, reinicie a história contando: Sadako decidiu fazer os mil tsurus, desejando a sua recuperação. Mas a doença avançava rapidamente e a menina ficava cada vez com mais dificuldade de fazer os pássaros. Pensando sobre sua doença, Sadako compreendeu que muitos japoneses ficaram doentes por causa da guerra, e em vez de construir os pássaros esperando ser curada, continuou a dobrar os tsurus desejando que nunca mais nenhuma criança sofresse pelas guerras.
- Continue a construção do tsuru explicando que é preciso fechar a dobradura unindo as duas partes. Peça que façam o mesmo do outro lado. Dobre as pontas de baixo para cima, e em uma delas inverta a ponta para dentro, de modo a criar a cabeça do tsuru.
Feita essa etapa, conte: na manhã de 25 de outubro de 1955, Sadako montou seu último tsuru e faleceu. Ela fez 644 tsurus. Quando seus colegas da escola souberam disso, dobraram os tsurus que faltavam para serem enterrados com a menina.
- Peça que puxem as pontas para fora e inflem por baixo, de modo a armar o corpo do pássaro, como no desenho abaixo:
- Termine a história contando que os colegas de Sadako decidiram formar um grupo e iniciar uma campanha para construir um monumento em memória da amiga e de todas as crianças mortas e feridas pela guerra. Com doações de alunos de cerca de 3100 escolas japonesas e de mais nove países, em 1958 foi erguido em Hiroshima o MONUMENTO DAS CRIANÇAS À PAZ, conhecido como Torre dos Tsurus, no Parque da Paz.
- Peça que abram as asas do tsuru.
Quando todos os tsurus ficarem prontos, proponha que sejam amarrados com um barbante, formando uma corrente de tsurus a ser pendurada em algum lugar da escola.
- Abra para o debate a partir das seguintes questões:
1. O que acharam dessa história?
2. Já conheciam a história da bomba atômica e da II Guerra Mundial?
3. Que outros tipos de “guerra” vivenciamos em nosso cotidiano, que não
causam o mesmo mal que o da bomba atômica, mas que impedem as
pessoas de viver sua vida com alegria e respeito?
4. Essas “guerras” do cotidiano existem na nossa escola?
5. Como podemos agir para que as pessoas não sofram mais com essas
“guerras” aqui na nossa escola?
6‐ Que desejo coletivo podemos criar para participar da lenda que dizia que quem fizesse 1000 tsurus teria um desejo concedido?
(Os 1000 tsurus podem ser construídos com a turma ou fazer uma quantidade grande que os simbolize).
REFERÊNCIAS PARA A ATIVIDADE (fontes de conteúdo, publicações ou sites):
DISKIN, Lia e ROIZMAN, Laura Gorresio, Paz, como se faz?
Disponível em: http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001308/130851por.pdf.
DICAS
Para saber mais sobre a História dos Direitos Humanos, pode ser acessado o vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=uCnIKEOtbfc&feature=share
Uma apresentação em power point com essa história está disponível em:
http://www.slideshare.net/criscorre/sadako‐sasaki‐2710975
Para entender melhor o passo a passo para fazer essa dobradura, entre no seguinte
link: http://www.youtube.com/watch?v=iCwy6lub9ac
24 julho 2019
Oficina A Salada
NOME DA ATIVIDADE: A salada
NÍVEL DE ENSINO: (X) Fundamental (séries finais) (X) Médio
OBJETIVO(S) DA ATIVIDADE: Sensibilizar para a importância do planejamento em uma ação de
promoção da saúde.
MATERIAIS DE APOIO NECESSÁRIOS: TRAVESSA RETANGULAR DE LOUÇA, PRATO GRANDE E REDONDO DE VIDRO, RECIPIENTE REDONDO E FUNDO DE ACRÍLICO,
tarjetas, papel pardo, canetas
coloridas, fita crepe.
DURAÇÃO DA ATIVIDADE: 1 hora
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE: O facilitador convidará o grupo para fazer uma grande e gostosa salada,com vários ingredientes e bem temperada. Os ingredientes e temperos estarão escritos em tarjetas de cartolina e dentro de seus respectivos recipientes, etiquetados (exemplo): LEGUMES VERDURAS ,ERVAS FRESCAS PIMENTAS ERVAS SECAS VINAGRES AZEITES ÓLEOS LIMÃO QUEIJOS ENLATADOS CARNES DESFIADAS PRESUNTO E OUTROS FRIOS AZEITONAS OVOS COZIDOS CONSERVAS (recomenda-se utilizar nomes de frutas, verduras e legumes da estação e da típicas da região). Esses recipientes ficarão à vista do grupo.
Onde colocar a salada: TRAVESSA RETANGULAR DE PLASTICO, PRATO GRANDE PLASTICO, RECIPIENTE REDONDO E FUNDO DE PLASTICO OU ACRILICO. Pode ser recipientes utilizados na própria cozinha da escola. Estas tarjetas ficarão à vista do grupo.
O facilitador solicitará ao grupo que sugira o que fazer nesse momento.
Aprofundamento - Esperar as respostas do grupo para iniciar a reflexão sobre a necessidade de
planejamento para toda a ação que se vai fazer. Convidar o grupo a planejar os passos para a confecção da salada. Esperar que o grupo se manifeste durante algum tempo, prestando atenção nas idéias que surgirem. Estas deverão ser analisadas com o grupo e relacionadas aos passos, simplificados, de um planejamento: levantamento de necessidades (o que lhe faz falta para uma boa nutrição);
PLANEJAMENTO DE AÇÕES INTERSETORIAIS
necessidades (o que o grupo quer comer); levantamento de recursos disponíveis (os ingredientes
disponíveis e recipientes disponíveis, onde caiba uma grande salada); a ação (alimentar o grupo); o
quê (fazer uma salada); quem (o grupo); para quem (para eles que são adolescentes); como (usando
um recipiente bem grande, onde serão misturados os ingredientes); com quê (verduras, legumes, ervas, temperos, carnes de diferentes tipos, enlatados e conservas, etc.); com quem (com o facilitador e todo o grupo); onde (na sala de aula); quando (hoje).
À medida que forem escolhidos os recipientes e os ingredientes, as respectivas tarjetas serão coladas no quadro de giz, podendo ser mudadas em função da reflexão do grupo sobre os passos do planejamento.
Quando a salada estiver pronta, as cartelas serão coladas em papel pardo, debaixo de cada um dos
passos do planejamento de ação a que pertencem.
Esse trabalho pode ficar exposto em local visível.
REFERÊNCIAS PARA A ATIVIDADE (fontes de conteúdo, publicações ou sites):
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/capa_adolescentes.pdf
21 julho 2019
Oficina prevenção do mosquito Aedes aegypt
Etapa I:
Roda de conversa, O que é Saúde?
Vídeo - Sai fora Dengue
Etapa II:
Apresentação da Planta Citronela
Roda de conversa
Etapa 3:
Produção de Velinhas de Citonella
Etapa IV
Roda de Conversa
Discussão sobre as atividades
Oficina Saúde Integral
OFICINA (quatro horas) Aquecimento do grupo - Eu na frente. Como fazer - Todos em fila única. A pessoa da frente dirá o seu nome, acompanhado de um movimento, e irá para o fim da fila. Todos repetirão o nome e o movimento. Assim, sucessivamente, cada um falará o seu nome e executará o movimento até acabar a fila.
Conteúdo programático - Saúde integral. Atividade - Aprendendo mais sobre saúde.
Objetivos específicos - Construir coletivamente o conceito de saúde. Refletir sobre as dimensões de saúde que compõem a saúde integral.
Como fazer - Entregar fichas de cartolina para todos e disponibilizar fita crepe. Pedir que cada um escreva uma palavra ou uma frase que represente o que é saúde, colando-a no quadro de giz ou em papel pardo grande, colocado em lugar visível.
Aprofundamento - O facilitador analisará e discutirá com o grupo o que escreveram, relacionando as idéias e ou palavras ao conceito de saúde integral. Após essa discussão serão distribuídas cópias do conceito de saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do que fala a Constituição Federal sobre o direito à saúde (anexo no 1), para o grupo. Estes mesmos conceitos, em cartazes, serão colocados em local visível. Com base nestes cartazes, o facilitador aprofundará as discussões sobre o tema, ampliando as idéias sobre as dimensões de saúde, dentro dos eixos relacionado ao indivíduo, à dimensão social e à interação do indivíduo com o meio ambiente (anexo no 1). Por fim, deve relacionar saúde com o exercício da cidadania. Sugere-se que a linguagem seja simplificada, para melhor entendimento do grupo.
Material utilizado - Cópias do conceito de saúde da OMS, cópias do que diz a Constituição Federal sobre os direitos à saúde, cartazes, papel Chamex, lápis, borrachas, cartolina e fita crepe.
Intervalo para lanche
Aquecimento do grupo - Nosso espaço. Como fazer - O grupo será dividido em duplas, que receberão uma folha dupla de jornal a ser colocada no chão. Ao som de música animada, cada par ou dupla deverá dançar sobre o jornal. Ao sinal do facilitador, todos mudarão de jornal, sem parar de dançar e sem perder o parceiro.
No segundo momento, o facilitador dobrará a folha de jornal e repetirá a mesma seqüência da primeira parte
Conteúdo programático - Saúde integral do adolescente. Atividade - Como está a nossa saúde? Objetivos específicos - Identificar, na localidade, os fatores que influenciam negativa e positivamente na saúde do adolescente. Construir coletivamente algumas estratégias para a preservação da saúde dos adolescentes da cidade.
Como fazer - O grupo será dividido em quatro subgrupos que analisarão e discutirão as condições de saúde dos adolescentes na comunidade, identificando e listando, em papel pardo, as dimensões da saúde que estão comprometidas. Fichas com o texto sobre as dimensões da saúde (anexo no 1), em linguagem simplificada, serão distribuídas para facilitar a identificação dos fatores intervenientes
.
Aprofundamento - Os trabalhos deverão ser colados em lugar visível e, a partir deles, o facilitador ajudará o grupo a encontrar os recursos já existentes no local, bem como aqueles necessários para que a saúde integral possa ser adquirida. A partir daí, o grupo, auxiliado pelo facilitador, criará estratégias (pelo menos duas) visando a saúde integral, que poderiam ser realizadas. Todos estes trabalhos deverão ser escritos em papel pardo e colocados em local visível para serem utilizados em outras oficinas.
Material utilizado - Cópias das fichas com o texto sobre: as dimensões da saúde, papel pardo, canetas Pilot, fita crepe, papel Chamex, lápis e borrachas.
REFERÊNCIAS PARA A ATIVIDADE (fontes de conteúdo, publicações ou sites):






























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